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SOBREVIVÊNCIA

Intervenção urbana com coletes salva-vidas marítimos em 16 monumentos da cidade de São Paulo. O trabalho foi realizado em esculturas do século XX que glorificam heróis da história nacional. A ocupação do patrimônio histórico na capital paulista se integra à obra de Eduardo Srur com a proposta de reativar visualmente elementos da história, da arquitetura e do convívio social da cidade – territórios abandonados pela imaginação urbana.

Ao criar uma situação em que a cidade volta a olhar para si mesma, o artista propõe uma reflexão sobre o vínculo entre o cidadão e o espaço, e também sobre as possibilidades de recriar a paisagem coletiva.

ficha técnica:
25 peças | espuma de polipropileno, aluminio, fita reflexiva, manta e resina acrílica, cabos de aço
Monumentos Públicos de São Paulo | 2008 

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ESCORAS
Projeto de intervenção no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP). A ideia de apropriar-se da arquitetura do espaço questionava a capacidade de sustentação institucional do museu e ampliava a presença da arte contemporânea no espaço público da principal avenida da cidade. 
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ESCORAS

Projeto de intervenção no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP). A ideia de apropriar-se da arquitetura do espaço questionava a capacidade de sustentação institucional do museu e ampliava a presença da arte contemporânea no espaço público da principal avenida da cidade. 

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NAU
A Rosa-dos-Ventos é um instrumento de orientação naútico baseado nas quatro direções fundamentais (norte, sul, leste e oeste) e suas intermediárias. Sua utilização é comum nos sistemas de navegação antigos e atuais. As origens remotam ao século I a.C. e, desde então, o vento tornou-se o principal elemento de orientação para as navegações. A obra “Nau” faz alusão clara a forma clássica de um barco de papel que fazemos quando criança. A peça tem um sistema de eixo central que permite a rotação do objeto sobre a Rosa-dos-Ventos. A relação entre os dois elementos se completa com a participação do público que pode tocar e movimentar a escultura no parque interagindo com a peça e o grafismo do piso.
ficha técnica:ferro, papel e fita adesiva600 x 150 x h200 cmparque do Ibirapuera, São Paulo | 2010
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NAU

A Rosa-dos-Ventos é um instrumento de orientação naútico baseado nas quatro direções fundamentais (norte, sul, leste e oeste) e suas intermediárias. Sua utilização é comum nos sistemas de navegação antigos e atuais. As origens remotam ao século I a.C. e, desde então, o vento tornou-se o principal elemento de orientação para as navegações. A obra Nau faz alusão clara a forma clássica de um barco de papel que fazemos quando criança. A peça tem um sistema de eixo central que permite a rotação do objeto sobre a Rosa-dos-Ventos. A relação entre os dois elementos se completa com a participação do público que pode tocar e movimentar a escultura no parque interagindo com a peça e o grafismo do piso.

ficha técnica:
ferro, papel e fita adesiva
600 x 150 x h200 cm
parque do Ibirapuera, São Paulo | 2010

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SURF-AR
Instalação com pranchas de surfe no SESC Pinheiros, em São Paulo. O conjunto ficou em suspensão por meio de fios de nylon e ocupou a área da piscina, através dos vidros da galeria. O público do SESC observava a exposição de diversas perspectivas e espaços da instituição: dentro da sala expositiva, nadando nas piscinas e do restaurante do piso superior.
ficha técnica:
25 pranchas de surf e fios de nylon
SESC Pinheiros, São Paulo | 2008
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SURF-AR

Instalação com pranchas de surfe no SESC Pinheiros, em São Paulo. O conjunto ficou em suspensão por meio de fios de nylon e ocupou a área da piscina, através dos vidros da galeria. O público do SESC observava a exposição de diversas perspectivas e espaços da instituição: dentro da sala expositiva, nadando nas piscinas e do restaurante do piso superior.

ficha técnica:

25 pranchas de surf e fios de nylon

SESC Pinheiros, São Paulo | 2008

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