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LABIRINTO

“Uma obra provocativa que reativa os sentidos e a percepção do público. O espectador é convidado a entrar no labirinto em busca da saída entre os resíduos sólidos, colocando-o frente a frente com o lixo que produz.” - Eduardo Srur

Labirinto

A exposição “Labirinto” exibida no parque Ibirapuera em São Paulo foi composta a partir de 60 toneladas de materiais recicláveis (garrafas PET, plásticos, embalagens, alumínios, tetrapacks, entre outros) na forma de um labirinto geométrico e ocupa 400 metros quadrados na praça da Paz, com espelhos de acrílico no interior e dois acessos para circulação das pessoas.

ficha técnica:

400 fardos de lixo reciclável com garrafas de refrigerante, copos e embalagens plásticas, papelão, latas de alumínio, cabos de aço e espelhos plásticos 20 x 20 x 2,30 m Parque Villa Lobos e Ibirapuera |  2010

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NAU
A Rosa-dos-Ventos é um instrumento de orientação naútico baseado nas quatro direções fundamentais (norte, sul, leste e oeste) e suas intermediárias. Sua utilização é comum nos sistemas de navegação antigos e atuais. As origens remotam ao século I a.C. e, desde então, o vento tornou-se o principal elemento de orientação para as navegações. A obra “Nau” faz alusão clara a forma clássica de um barco de papel que fazemos quando criança. A peça tem um sistema de eixo central que permite a rotação do objeto sobre a Rosa-dos-Ventos. A relação entre os dois elementos se completa com a participação do público que pode tocar e movimentar a escultura no parque interagindo com a peça e o grafismo do piso.
ficha técnica:ferro, papel e fita adesiva600 x 150 x h200 cmparque do Ibirapuera, São Paulo | 2010
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NAU

A Rosa-dos-Ventos é um instrumento de orientação naútico baseado nas quatro direções fundamentais (norte, sul, leste e oeste) e suas intermediárias. Sua utilização é comum nos sistemas de navegação antigos e atuais. As origens remotam ao século I a.C. e, desde então, o vento tornou-se o principal elemento de orientação para as navegações. A obra Nau faz alusão clara a forma clássica de um barco de papel que fazemos quando criança. A peça tem um sistema de eixo central que permite a rotação do objeto sobre a Rosa-dos-Ventos. A relação entre os dois elementos se completa com a participação do público que pode tocar e movimentar a escultura no parque interagindo com a peça e o grafismo do piso.

ficha técnica:
ferro, papel e fita adesiva
600 x 150 x h200 cm
parque do Ibirapuera, São Paulo | 2010

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