Posts tagged arte pública

   

CARRUAGEM

A exposição do artista Eduardo Srur provoca um questionamento sobre os problemas de mobilidade urbana na cidade de São Paulo. Formada por uma réplica de carruagem e quatro cavalos esculpidos em escala real, a intervenção foi instalada no mastro da ponte estaiada da marginal Pinheiros, a 30 metros de altura.

A obra compara a velocidade média de deslocamento de um carro no trânsito paulistano no horário de pico e a velocidade de uma carruagem nos tempos do Império. Ambos movimentam-se a lentos 20 quilômetros por hora.

Srur se apropria da arquitetura do mais novo cartão-postal da metrópole para denunciar a transformação da paisagem urbana e criar um novo olhar sobre a cidade. O espectador é surpreendido pela presença surreal de um elemento de mobilidade do passado em um local improvável e que parece se deslocar rumo ao infinito. Para o artista, “a carruagem é o símbolo mais adequado para representar a mobilidade nas ruas de São Paulo”.

Na quarta-feira (19/09), as 17 horas, acontecerá a grande corrida entre Srur e o piloto profissional Ingo Hoffmann. O artista pilotará uma carruagem puxada por um cavalo, conduzida, na ciclovia ao lado do rio Pinheiros, e Ingo dirigirá um carro esportivo na pista expressa da marginal.

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LABIRINTO

“Uma obra provocativa que reativa os sentidos e a percepção do público. O espectador é convidado a entrar no labirinto em busca da saída entre os resíduos sólidos, colocando-o frente a frente com o lixo que produz.” - Eduardo Srur

Labirinto

A exposição “Labirinto” exibida no parque Ibirapuera em São Paulo foi composta a partir de 60 toneladas de materiais recicláveis (garrafas PET, plásticos, embalagens, alumínios, tetrapacks, entre outros) na forma de um labirinto geométrico e ocupa 400 metros quadrados na praça da Paz, com espelhos de acrílico no interior e dois acessos para circulação das pessoas.

ficha técnica:

400 fardos de lixo reciclável com garrafas de refrigerante, copos e embalagens plásticas, papelão, latas de alumínio, cabos de aço e espelhos plásticos 20 x 20 x 2,30 m Parque Villa Lobos e Ibirapuera |  2010

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ATENTADO

Vídeo em que o artista explode bombas de tinta sobre outdoors na cidade de São Paulo. Os atentados, além de uma crítica à especulação publicitária, são interferências estéticas, já que as cores e as imagens são previamente combinadas. As ações, sempre subversivas, são uma resposta ao bombardeio visual da mídia na paisagem urbana. O vídeo participou de exposições na França, Suíça, Espanha, Cuba e Eslováquia.

ficha técnica:

03’38” | vídeo

Outdoors na cidade de São Paulo | 2004

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PALMITOS
Instalação com milhares de frascos de palmito em conserva de origem ilegal, apreendidos pela polícia florestal do estado de São Paulo. A convite da Secretaria do Meio Ambiente, o artista criou uma obra visual no Parque Villa-Lobos com o material, que depois foi incinerado.
ficha técnica:
3.000 peças | Frascos de vidro com palmitos em conserva, fita isolante adesiva preta, andaime fachadeiro e cabos de aço 
8 x 1.30 x 4 m 
15 dias de exposição
Parque Villa Lobos |  2008
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PALMITOS

Instalação com milhares de frascos de palmito em conserva de origem ilegal, apreendidos pela polícia florestal do estado de São Paulo. A convite da Secretaria do Meio Ambiente, o artista criou uma obra visual no Parque Villa-Lobos com o material, que depois foi incinerado.

ficha técnica:

3.000 peças | Frascos de vidro com palmitos em conserva, fita isolante adesiva preta, andaime fachadeiro e cabos de aço 

8 x 1.30 x 4 m 

15 dias de exposição

Parque Villa Lobos |  2008

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ESCORAS
Projeto de intervenção no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP). A ideia de apropriar-se da arquitetura do espaço questionava a capacidade de sustentação institucional do museu e ampliava a presença da arte contemporânea no espaço público da principal avenida da cidade. 
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ESCORAS

Projeto de intervenção no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP). A ideia de apropriar-se da arquitetura do espaço questionava a capacidade de sustentação institucional do museu e ampliava a presença da arte contemporânea no espaço público da principal avenida da cidade. 

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ANTENAS
A intervenção com diversos modelos de antenas ocupou o teto central do Museu Brasileiro da Escultura (MuBE). A obra revelava uma nova perspectiva de uso do espaço institucional. Segundo Srur, “o artista é uma antena da sociedade. Seu trabalho deve transmitir as informações de forma menos elitista, ser um produto que se expande para além das paredes museológicas.”
ficha técnica:
200 peças | Antenas de alumínio, tripés de fixação e para-raios
Museu Brasileiro da Escultura, São Paulo | 2006
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ANTENAS

A intervenção com diversos modelos de antenas ocupou o teto central do Museu Brasileiro da Escultura (MuBE). A obra revelava uma nova perspectiva de uso do espaço institucional. Segundo Srur, “o artista é uma antena da sociedade. Seu trabalho deve transmitir as informações de forma menos elitista, ser um produto que se expande para além das paredes museológicas.”

ficha técnica:

200 peças | Antenas de alumínio, tripés de fixação e para-raios

Museu Brasileiro da Escultura, São Paulo | 2006

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NAU
A Rosa-dos-Ventos é um instrumento de orientação naútico baseado nas quatro direções fundamentais (norte, sul, leste e oeste) e suas intermediárias. Sua utilização é comum nos sistemas de navegação antigos e atuais. As origens remotam ao século I a.C. e, desde então, o vento tornou-se o principal elemento de orientação para as navegações. A obra “Nau” faz alusão clara a forma clássica de um barco de papel que fazemos quando criança. A peça tem um sistema de eixo central que permite a rotação do objeto sobre a Rosa-dos-Ventos. A relação entre os dois elementos se completa com a participação do público que pode tocar e movimentar a escultura no parque interagindo com a peça e o grafismo do piso.
ficha técnica:ferro, papel e fita adesiva600 x 150 x h200 cmparque do Ibirapuera, São Paulo | 2010
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NAU

A Rosa-dos-Ventos é um instrumento de orientação naútico baseado nas quatro direções fundamentais (norte, sul, leste e oeste) e suas intermediárias. Sua utilização é comum nos sistemas de navegação antigos e atuais. As origens remotam ao século I a.C. e, desde então, o vento tornou-se o principal elemento de orientação para as navegações. A obra Nau faz alusão clara a forma clássica de um barco de papel que fazemos quando criança. A peça tem um sistema de eixo central que permite a rotação do objeto sobre a Rosa-dos-Ventos. A relação entre os dois elementos se completa com a participação do público que pode tocar e movimentar a escultura no parque interagindo com a peça e o grafismo do piso.

ficha técnica:
ferro, papel e fita adesiva
600 x 150 x h200 cm
parque do Ibirapuera, São Paulo | 2010

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SURF-AR
Instalação com pranchas de surfe no SESC Pinheiros, em São Paulo. O conjunto ficou em suspensão por meio de fios de nylon e ocupou a área da piscina, através dos vidros da galeria. O público do SESC observava a exposição de diversas perspectivas e espaços da instituição: dentro da sala expositiva, nadando nas piscinas e do restaurante do piso superior.
ficha técnica:
25 pranchas de surf e fios de nylon
SESC Pinheiros, São Paulo | 2008
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SURF-AR

Instalação com pranchas de surfe no SESC Pinheiros, em São Paulo. O conjunto ficou em suspensão por meio de fios de nylon e ocupou a área da piscina, através dos vidros da galeria. O público do SESC observava a exposição de diversas perspectivas e espaços da instituição: dentro da sala expositiva, nadando nas piscinas e do restaurante do piso superior.

ficha técnica:

25 pranchas de surf e fios de nylon

SESC Pinheiros, São Paulo | 2008

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